domingo, 6 de janeiro de 2019

A arte de bem deseducar - desabafo de um subordinado


As aulas deste ano letivo 2018/2019 recomeçaram há uns dias e, se há coisa que já percebi, é que este é um ritual fértil à arte de bem deseducar. Considerava uma pergunta de extrema importância a ser feita sobre o tema: estará a educação num caminho correto e profícuo? Ora, desengane-se aquele, que como eu se enganou, porque a pergunta que parece ecoar melhor nas quatro paredes dos decisores corresponde a uma e uma só: qual o próximo passo para acentuar a deseducação?

A educação em Portugal parece um quadro onde pinturas se sobrepõem, retoques são dados onde calha… Quando se vai a ver, a transfiguração e deformação é tanta, tanta, tanta, tanta, mas tanta que até a textura é intragável.

Não deixa de ser paradoxal e enigmático o facto de olharmos para o  pensamento próprio como o salvador da Humanidade, no entanto, na altura própria para o desenvolvermos, é obstaculizado. Poderão, e com toda a razão, argumentar que na nossa escola estão a ser dados os conhecimentos e mecanismos para tal construção que é autónoma. Não duvido. O mal está em tudo o que é dito, mas não praticado. «Faz o que eu digo e não faças o que eu faço» é expressão que não pode assentar em nenhuma instituição de ensino. Os valores fundamentais para uma sociedade melhor são constantemente cilindrados.

Onde está a liberdade, solidariedade e fraternidade de um sistema tão ortodoxo? Os que já se esqueceram de como era ser jovem vão discordar. Já passaram, às tantas já nem querem saber. E nem querem saber os próprios pais, não porque não se preocupam com os filhos e o seu futuro, mas porque também foram vítimas desta deturpação de valores. Como pode o sistema ser ortodoxo se existem tantos caminhos, modelos, programas, projetos diferentes nas nossas escolas? Muito simples: baseiam-se todos no mesmo – burocracia. A burocracia é um dos piores males que nos afetam: é ela quem monta a avaliação, é ela quem desvia a atenção do professor do aluno para as atas, é ela quem faz esbarrar pensadores livres numa parede com um buraco minúsculo – é a única via disponível.

Desvendemos o pior lado da burocracia: a avaliação. Um processo esgotante, entediante, injusto e desnecessário.

Tanto papel e recurso intelectual é movido por uma folha que testa a memória de um indivíduo. Para quê? Numa sociedade onde a informação está cada vez mais disponível (e vulnerável) não será mais adequado uma preocupação em orientar o alunos para a busca e tratamento da informação pretendida através de um processo consciente e racional na ambição pelo rigor? Chamem-me o que quiserem, mas um dos nossos principais obstáculos, enquanto sociedade, corresponde ao monstro da contra-informação, logo devemos estar preparados e estimular o rigor pela informação. Ela já existe, é impraticável um indivíduo retê-la na sua totalidade, logo a competência essencial é selecioná-la. Se este parágrafo foi excessivamente repetitivo é para demonstrar o meu desespero perante a impreparação para a adaptação tão necessária nestes novos tempos – o rigor. Resumindo: a missão não é avaliar conhecimentos, mas sim orientar a pesquisa  da informação.

Devemos memorizar sorridentes e contentes com a curiosidade de uma criança a informação que nos é ditada, porque no fim temos de preencher um papel com ela. Porque no fim temos de ter a melhor nota. Porque no fim temos de entrar para a melhor universidade. Porque no fim temos de ter o melhor emprego. Porque no fim temos de morrer felizes com o esgotamento que sempre acatámos. Somos jovens, a idade da honestidade, sinceridade, do dinamismo intelectual e de um desejo radical de conseguir sempre fazer melhor. Não é a restringir os nossos interesses e tempo que nos vão fazer estarmos felizes a aprender. Esta realidade assusta-me. Os jovens não estão felizes a aprender. Não estamos. Todos os progressos foram feitos pela aprendizagem, aplicação e reciclagem de ideias. Ao retirarmos a vontade de aprender de seres humanos o resultado só pode ser o suicídio societário. A estabilização. A decadência. Então, o que é aprender? É guardarmos em nós parte do espírito inocente da criança: a curiosidade. A curiosidade é caraterística nata de qualquer indivíduo. A escola tem é de a estimular. Quando é imposto um número sem fim de conteúdos – que são apresentados com fim único a avaliação e não o desenvolvimento pessoal – o processo deixa de ser pessoal e perde-se.

Não se baseia a nossa educação em conhecimentos? Ortodoxia. Esta via única tem de acabar.

Tenho a concretização prática desta ideia, a prova, sou eu. Sempre gostei de rochas, trazia-as de todo o lado. Adorava sonhar com o céu. Quando aprendi a ler um dos maiores prazeres que tinha era ler enciclopédias ilustradas sobre tudo, mas essencialmente sobre ciência e História cultural e natural. Conhecer para além da fronteira era o objetivo. Pode-se dizer que adorava (e gosto) de acumular conhecimento. O meu conhecimento. Meu. Quando veio a afunilação de tempo e concentração para aquilo que sentia não ser o mais produtivo, perdi o gosto por «aprender». Vocábulo que me impunham, mas que não corresponde à verdadeira aceção do termo. Tenho a confessar que dou por mim a olhar para o relógio, quase desesperadamente, nas aulas de física e química, biologia e geologia, matemática,… A mesma pessoa que venera Carl Sagan, que considera as rochas a sua extensão, que se apaixona pelo abstracionismo dos números. Porquê? Porque essas paixões agora são meramente sinónimo de um esgotamento para cumprir com objetivos que me são impostos. Duas semanas de interrupção letiva  e sinto-me igualmente cansado como aquando do seu início (que se note que foram praticamente só descanso). Portanto quem quer vencer este jogo para atingir o seu sonho tem de sofrer exaustão intelectual.

O dinamismo intelectual juvenil pode mudar o mundo, contudo é subterrado. É, depois de libertado, um pássaro ferido, moribundo, que já não voa.

Como conclusão pode-se afirmar que o protagonismo dos conhecimentos deve dar lugar às competências. Competência para ser, pensar e agir. Competência para ser cidadão, ser um ser humano. «Então, pronto, avaliam-se as competências», o mesmo erro. A avaliação não pode existir. Se olharmos bem uma perífrase de avaliação é «método aplicado por falta de confiança no aluno». Porquê prolongar esta desconfiança? A ideia de que se o aluno tem um pouco mais de liberdade a vai usar para preguiçar é ridícula, e fruto somente do desinteresse promovido pela falta de visão da educação tal como está. Quando os alunos estão interessados, maravilhas acontecem. Inclusive o radicalismo de pensar numa sociedade melhor. Sem nunca esquecer a imperfeição humana. Aliás, os lunáticos dos utópicos têm noção da imperfeição humana, ao contrário dos racionais; prova disso está nos construtores do nosso sistema educativo: procura a perfeição e transversalidade onde não existe.

Quando finalmente se debate sobre a educação incorre-se noutro erro: afirmar que a educação deve estar refém das necessidades do mercado de trabalho. Não, a educação está ao serviço do futuro da comunidade. A educação serve-nos, a todos. É por isso que é tão importante orientar alunos ao invés de os sufocar: porque assim terão oportunidade de mostrarem o seu potencial.

Duas competências essenciais correspondem ao ser cidadão e possuir espírito crítico. Ambas importantíssimas à sociedade. Todos gostamos da democracia, mas não a conhecemos. Todos gostamos de pensar pela nossa cabeça, mas perdemo-nos. Onde está a preocupação em integrar realmente os jovens na sociedade? Num inquérito feito a uma amostra de 85 alunos açorianos, 76,5% considera que é o Governo dos Açores aquele que tem mais poder, em detrimento da Assembleia Legislativa. Como se pode pensar que em democracia quem tem o poder corresponde a um pequeno grupo de pessoas em detrimento de uma assembleia? Algo vai mal. Sem lugar à instrospeção, os alunos não têm vontade nem meios para inferir a verdade de seja o que for. A nossa sociedade vai mal.

Temos de tomar um novo rumo, sem medo de uma mudança que implique uma tela branca. Parece ser necessário um apagão intelectual: uma demonstração de descontentamento através da obtenção deliberada de um zero nas avaliações. Se a violação pacífica de leis injustas é legítima, façamos uso do sistema para o enfraquecer. Talvez assim alguém nos ouvisse, quando todos nós fossemos considerados burros, e a comunidade educativa internacional se risse da nossa queda nas suas classificações tão importantes para os nossos decisores – conforme o vento.

Isto vai mal.

Pedro Gaspar Amaral

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Confianças de uma Democracia Representativa



Hoje cheguei por volta das oito da manhã à escola para ter aula de física e química, no entanto, como não tinha nada para fazer, pus-me a andar em elípticas à frente dos laboratórios e, claro está, a refletir sobre a democracia. Após uma excelente rodada de voltas cheguei a uma conclusão:

Para uma democracia representativa ser saudável é necessário que se estabeleça, entre cidadãos e governantes, dois tipos de confiança: ideológica e humana; onde a primeira deve ser questionável e a segunda deve ser inabalável.

Após a nomeação do governo segundo as normas em vigor, os governantes seguem a sua linha de ação atendendo ao plano de governo apresentado em eleições, desta forma existe um conjunto de propostas do conhecimento dos cidadãos que deverão ser aplicadas. Contudo, qualquer cidadão pode duvidar dos meios, e mesmo dos fins, que o governo pretende, isto uma vez que em democracia um valor fundamental é a pluralidade. Assim sendo existe a construção de uma confiança, ou desconfiança, por parte do cidadão em relação à ação do governante, tendo em conta que esta está dependente de uma visão ideológica, portanto, subjetiva. Daqui se infere a confiança ideológica.

Em relação ao governante enquanto indivíduo, o cidadão pode considerá-lo não apto a realizar o seu trabalho devidamente, no entanto não deve considerar que o detentor do poder executivo não possui sentido de responsabilidade em relação à segurança dos cidadãos. É de extrema importância partir do princípio de que qualquer governante possui por fim último a salvaguarda dos interesses dos cidadãos (de acordo com a sua visão). Caso contrário seria mais adequado viver-se em anarquia, de forma a cada indivíduo governar-se a si próprio, dada a desconfiança no outro, evitando-se, assim, que alguém possua a responsabilidade de zelar pela segurança do todo. Considerar que o governante, por muito pouco ética que seja a sua conduta, possui por fim prejudicar os cidadãos constitui um clima insustentável para a atuação ideológica do governo (cujo programa foi democraticamente eleito). Logo, é necessário existir a confiança humana.

Apesar desta necessidade de estabilidade, o paradoxo da tolerância mantém-se, não devendo a sociedade ser tolerante com os intolerantes sob pena de perder a tolerância. Na mesma linha de pensamento, a falta de ética dos governantes é reprovável. Pura e simplesmente não é comportável/sustentável afirmar que alguém no poder executivo só defende os cidadãos quando se concorda ideologicamente com o mesmo, sendo esta uma ação de enorme perversidade por promover uma ofensiva à pluralidade, valor base da democracia.

Que se note que o fim em contexto ideológico difere do fim em contexto pessoal, sendo o primeiro suscetível a ser alvo de objeções, enquanto que o segundo se reporta à manutenção da segurança da população.

Podemos ser críticos da ação do governo, mas não devemos duvidar das suas boas intenções sob pena de se violar a construção de uma sociedade fraterna.

Quando dei por mim estava uma mancha de pegadas, marcadas a água, no chão.

Pedro Gaspar Amaral



segunda-feira, 12 de novembro de 2018

A leitura e as bibliotecas



https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiNEQ6RcO1E7yyuajz6AH84YzBkiENhj6m6YUleolWv8lmPQFlYjBPrABBUayf2LCG0XthlWzX-QWOOJlsjJhYnsqBpnl9G_YHGsVXYA1aAJQRWLm6O_Qt5ccIWshG47_RA8LjMZq-9bYQ/s1600/falando_sobre_leitura.jpg
Em plena sociedade da Informação/Comunicação é cada vez mais tema

de conversa a necessidade que todos temos de saber lidar com a quantidade de
informação que nos chega de todos os lados, de
forma a usá-la em nosso benefício como cidadãos
ativos e participativos. É decididamente a maneira
como escolhemos e retemos a informação que nos
chega por via oral ou escrita, que revela a nossa
capacidade crítica, criativa e autónoma. É por isso
fundamental que os hábitos de leitura façam cada vez
mais parte do nosso dia-a-dia pois, pois sem
frequência de leitura não há capacidade de literacia e
consequentemente o conhecimento é incipiente.

Torna-se assim importante que a leitura possa fazer-se em casa, na escola
na rua pois cada um destes espaços privilegia funções diferentes da leitura e de
escrita. Ao mesmo tempo há que pensar que a leitura é hoje feita em diferentes
suportes e há que ter em conta as diferentes tipologias textuais (livro, revista,
jornal, folheto informativo, formulário, videoclip, teletexto, suporte multimédia,
etc.) pois cada um deles tem características próprias que precisamos descodificar
para que possamos compreendê-los como um todo coerente. O ritmo de leitura
de cada leitor e do próprio suporte de leitura é diferente e tem que ser bem
gerido para que possa daí resultar algo proveitoso.

É neste sentido que podemos pensar nos benefícios das bibliotecas, como
espaços privilegiados de acesso livre a múltiplos suportes informativos, a
funcionar em espaços acolhedores e com técnicos especializados que a qualquer
momento nos podem ajudar a orientar a nossa pesquisa na busca de informação
e conhecimento.

Nas bibliotecas públicas/ municipais encontraremos um vasto espólio
de documentos que despertam o interesse por diferentes temáticas, num convite
à leitura em livre acesso, o que nos faz responsáveis pelo que procuramos, mas
ao mesmo tempo nos faz aventurar na descoberta de novas áreas do saber.
Nas bibliotecas escolares, por outro lado, podemos encontrar o espaço
privilegiado de apoio a atividades disciplinares, interdisciplinares e de lazer, que
ajudam os jovens a sedimentar os seus hábitos de leitura devido à promoção de
práticas de leitura atrativas e inovadoras que põem o aluno em contacto com
diferentes suportes, muitas vezes interativos. A biblioteca escolar é assim um
espaço onde se cruzam saberes curriculares e extracurriculares.

Se é no seio familiar que se desenvolvem os primeiros hábitos de leitura,
podemos dizer que hoje, as famílias portuguesas, têm ao seu alcance bibliotecas
apetrechadas com um conjunto de documentos organizados de acordo com as
faixas etárias e interesses, permitindo assim que o maior número de pessoas
possa aceder à informação sem qualquer custo. Podemos não ter boas bibliotecas
em casa, sem que por isso estejamos privados de aceder à informação e ao
conhecimento.   

Se não visitou ainda a biblioteca municipal ou a biblioteca escolar da sua
residência faço-lhe aqui o desafio. Vai ver que vai ficar surpreendido pela
diversidade na oferta e pelo espaço acolhedor que elas lhe proporcionam. Vai
com certeza descobrir que ler é um prazer e saber ler o vai ajudar a melhorar a
sua competência linguística oral bem como a sua competência escrita.

Margarida Rosa

Bibliotecas Digitais - um Mundo à espera da nossa visita



Nada substituirá o  apelo cromático do livro, o seu cheiro a tinta, o prazer do
contacto com o papel, o som inconfundível das páginas ao serem folheadas, o
sentimento único de o retirar da estante e  segurar nas mãos como um objeto
único e misterioso...
Apesar disso, o conhecimento está ao alcance de um clique. As palavras não se
alteram nem corrompem no mundo digital, ficam apenas mais acessíveis no
momento em que escorregam para dentro de um ecrã. Do outro lado está um
mundo  de infinitas possibilidades que nos compete descobrir. 

Margarida Rosa

Notícias breves da Biblioteca Escolar


Aqui são apresentadas um conjunto de notícias sobre atividades que a Biblioteca Escolar já realizou este ano:

 Dia do ProSucesso – No primeiro dia de aulas todas as turmas do 5º ano fizeram
uma visita guiada à biblioteca escolar e ficaram a conhecer as valências e
recursos da BE. Foi entregue a todos os alunos o guia do utilizador. Os Dts das
turmas do 6º e 7º ano têm marcado visitas com as suas turmas para que os alunos
relembrem algumas regras de funcionamento da BE e a reconheçam como uma
mais valia para as suas aprendizagens.

 No dia 16 de outubro não podíamos deixar passar a celebração do dia da
Alimentação, por isso participámos na Feira das Sopas partilhando com todos a
certeza comprovada que “a leitura previne inúmeras doenças” e daí o convite
para que todos visitem e usem os recursos que a nossa BE oferece. A Biblioteca
escolar oferece um poema a todos os participantes na feira porque, como dizia
Natália Correia “ A POESIA É PARA COMER”.

 No dia 22 de outubro celebrámos com toda a escola o Dia das Bibliotecas
Escolares. Na semana anterior todas as turmas da escola estiveram envolvidas na
atividade SE EU FOSSE UM LIVRO  e escreveram frases que revelaram bem a
sua veia criativa e aventureira. No dia 22 o resultado desse trabalho foi exposto
na biblioteca escolar para ser apreciado por todos. Ao longo de todo o dia os
utilizadores da BE participaram também no BIBLOPAPER sobre a forma como
está organizada a sua biblioteca e revelaram estar preparados para utilizar os
recursos e serviços que esta lhes oferece. No final do ano letivo contamos
apresentar o resultado desta atividade em formato de livro. Fique atento.

 O Halloween celebrou-se na BE no dia 31 de outubro. Se a biblioteca é um
mundo de saberes... viajamos por todo o lado, mesmo pelo lado mais
assustadiço. 
Por vezes, temos medo do desconhecido... e todos os livros são mundos por
descobrir... Há, portanto, livros assustadores, porque ainda não nos deixámos
cativar por eles.
A obra-prima destes três grandes escritores portugueses não deviam ser
assustadores, mas cativadores:
“Os Lusíadas” porque temos lá um Adamastor e ele, afinal, no meio do seu ar
grotesco, esconde um ser apaixonado que sofre por amor...
“Os Maias” porque nos mostram um lado assustador do amor, ainda que importe
tão só, e sempre, a intensidade das paixões e a verdade dos sentimentos...“O
Memorial do Convento” porque a história da humanidade tem trechos sinistros,
mas ainda assim, há quem resista e faça dos sonhos a força que nos faz voar.
Está na hora de perder o medo e vir à biblioteca conhecer e requisitar estas
obras. Foi este o convite que fizemos a todos neste dia.

FEIRA DO LIVRO USADO – 12 a 16 de novembro na Biblioteca Escolar



Começa hoje e decorre ao longo de toda a semana a 1ª Feira do Livro usado.
Com esta iniciativa pretende-se incentivar a leitura do livro impresso bem
como promover a troca de livros entre toda a comunidade.
Traga um livro e troque-o por outro ou adquira livros a um preço simbólico.
 Os livros que ficarem desta feira irão ser integrados no nosso catálogo.

Aproveite a oportunidade.

(Notícia da Biblioteca Escolar)

domingo, 4 de novembro de 2018

Saiba o que fazer quando a terra tremer amanhã


Amanhã decorrerá o exercício público «A terra treme». Pelas 10:05 é esperado que os alunos da EBSSMA executem os três movimentos básicos de proteção em caso de sismo: baixar, proteger e aguardar.

Segundo a Proteção Civil dos Açores «O exercício A TERRA TREME tem a duração de um minuto e qualquer cidadão pode participar, individualmente ou em grupo. Na Região Autónoma dos Açores, para além dos colaboradores do SRPCBA e dos corpos de Bombeiros, pretende-se que participem também as escolas, assim como entidades públicas e privadas.» Desta forma, o Clube Escolar de Proteção Civil da nossa escola associou-se à iniciativa da Proteção Civil (de âmbito nacional), comprometendo-se a divulgá-la e dinamizá-la.

Em todo o país no mesmo momento será realizado o procedimento.

É expectável que os alunos realizem os três movimentos fundamentais em caso de sismo:
Baixar – baixe-se sobre os joelhos, esta posição evita que possa cair durante o sismo, mas permite mover-se; 
Proteger – proteja a cabeça e o pescoço com os braços e as mãos e procure abrigar-se, coloque-se se possível sob uma mesa resistente, e segure-se a ela firmemente; 
Aguardar – aguarde até a terra parar de tremer.

Pedro Amaral
(Jornalista - 11ºA)


Associação de Estudantes lança concurso para logótipo



Até dia 11, qualquer aluno pode propor um logótipo para a Associação de Estudantes sob o concurso desta «Logotipa a tua Associação de Estudantes».

A Associação de Estudantes 2018/2019 lançou o seu primeiro concurso, «Logotipa a tua Associação de Estudantes», que tem como objetivo proporcionar aos alunos a oportunidade de idealizarem o logótipo dos representantes dos seus interesses.

Esta iniciativa abrange todos os alunos pertencentes ao 2º e 3º ciclos e secundário, sendo que os logótipos deverão conter as seguintes características constantes no regulamento do concurso: «Deve ser criativo e original, não devendo conter imagens ou desenhos copiados da Internet; Deve ser conciso, ou seja, que transmita a ideia de Associação de Estudantes de forma simples; Deve ser enviado duas versões: uma com as iniciais da Associação e outro sem; Deve ter como formato preferencialmente o PNG; Todos os logótipos enviados que tenham algum tipo de brincadeira, linguagem ou imagem desapropriados serão automaticamente desaprovados».

Os projetos, que devem ser entregues até ao dia 11 de novembro, podem ser enviados para o e-mail petergasparamaral@gmail.com, ou podem ser enviados para a conta de Facebook ou Instagram da Associação.

Cada proposta será devidamente avaliada por um júri composto pelo 1º Representante, um professor de EVT, e ainda um aluno por designar.

Rita Medeiros
(Jornalista - 9ºB)

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Estou na corrida



Texto vencedor da VI Edição do Concurso Literário “A Ética na Vida e no Desporto”.



Estou na linha de partida, lado a lado contigo, mas não me vês. Seguro o testemunho que vou transmitir a quem vier a seguir. O testemunho dá-me a segurança de um adereço que entretém as mãos inseguras. Vejo a pista que me ultrapassa e parece querer fugir de mim. Sinto-me desfalecer, mas não fraquejo. Quero desistir, mas não o faço. O tempo esvazia-se rapidamente. Os meus pensamentos são distraídos pelo som forte do sinal de partida. A corrida está lançada, mas não é igual. Procuro o lado bom da pista, mas não sou a única. Tu chegaste primeiro. Tens vantagem. Mostras segurança, força, resistência. Eu tento acompanhar o teu ritmo, mas do meu lado tudo parece mais difícil. Não esmoreço. É nestes momentos que os vencedores se afirmam. No fim de contas, a vida é feita de momentos. Instantes que queremos guardar ou esquecer. 


De testemunho na mão percorro o caminho. Deixei de assistir à existência. Decidi ser eu e partilhar aquilo em que acredito. Defendo o que sinto, o que desejo, o que eu quero. Decidi ver o mundo do lado do palco, mostrar-me, dizer que estou ali, existo e quero fazer parte do estádio de que afinal faço parte. 

A corrida torna-se mais dura. Sinto que as curvas e as inclinações são todas do meu lado. Tu, como homem, não me vês como uma atleta de igual valor. Isso magoa-me, mas não me desmoraliza. Sinto-me cada vez mais forte. Quero partilhar a liderança contigo. Conquisto com esforço cada centímetro que me aproxima de ti. Quero provar a mim mesma que sou igual a ti. São estes pequenos esforços, estas pequenas centelhas de vontade, estes pequenos corpúsculos impercetíveis, que me conduzem à essência do que sou, reconciliando-me com a existência. Luto por pequenos nadas, pequenas sementes que quando germinarem terão o poder de iluminar ainda mais este arco-íris que é a vida. 


Sim, eu acredito. Eu acredito que aqui posso ser quem eu sou. Estou na corrida. Ultrapasso os obstáculos que surgem na pista e sigo no teu encalço. É neste lugar que quero abraçar contigo a igualdade que tenho procurado incessantemente. É aqui que quero construir o que me falta, completar o que ainda não tenho, concretizar o meu desejo, a minha ambição, o meu direito de ser tratada como tu. 


Na curva apertada, antes da meta que se aproxima, vejo-te vacilar e cair. Estou agora na frente, mas não me sinto feliz. Regresso onde te vi tombar para te apoiar. Estendo a mão para te erguer. No teu olhar, procuro que me aceites como parceira nesta corrida da vida. Procuro ter orgulho do que sou…do meu género. 


De que género sou? Sou do género humano…tal como tu!

Isabela Quadrado (Colaboradora)

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Estamos de volta!




Após 4 anos de inatividade do jornal escolar O Mensageiro, a Associação de Estudantes vem agora retomar as atividades do Clube de Jornalismo.


O Clube de Jornalismo pretende voltar a ser a voz da escola, divulgando as atividades  que se realizam ao longo do ano. Seremos de novo o elemento articulador e comunicador entre toda a comunidade escolar.

A dinamizar o clube está uma equipa de trabalho da associação coordenada por Pedro Amaral: Martim Victório, Luana Quadrado, Pedro Duarte, Ana Rita Medeiros e ainda Constança Freitas. 

Para colaborar basta escrever um ou mais textos de opinião, ou outros, e enviá-lo para clubedejornalismoebssm@gmail.com ou enviando-o por mensagem para https://www.facebook.com/associacao.estudantes.ebssma/ ou falando pessoalmente com o coordenador Pedro Amaral.

Se pretender ter uma colaboração mais ativa pode usar as mesmas formas de comunicação e pedir a sua inscrição no clube.

Pode acompanhar a atividade deste Clube pelo:
Facbeook: https://www.facebook.com/omensageiroebssma/;
Instagram: https://www.instagram.com/omensageiroebssma/.

Este clube recebe o apoio da Biblioteca Escolar.

Voltaremos com novidades!

Saudações jornalísticas,
Pedro Gaspar Amaral
(Ativismo & Comunicação)


domingo, 18 de maio de 2014

Dia da Mãe

     No passado, domingo, dia 4 de Maio, assinalou-se o Dia da Mãe.
   Em Portugal, o Dia da Mãe chegou a ser celebrado a 8 de dezembro,Dia de Nossa Senhora da Conceição, mas passou a ser celebrado no 1.º domingo de maio, em homenagem à Virgem Maria, mãe de Cristo.
Origem do Dia da Mãe
    A celebração do Dia da Mãe remonta às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. 
   Em Roma, as festas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimónias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.
     A data é uma homenagem a todas as mães e serve para reforçar e demonstrar o amor dos filhos pelas suas mães.Todas as mães demostram grande carinho e afeto pelos seus filhos, inclusive no reino animal.
    Neste dia, muitas crianças oferecem uma pequena lembrança às suas mães, em forma de agradecimento pelo esforço, dedicação, carinho e empenho que estas têm durante todo o ano.
   Também se celebra o dia da mãe em muitos outros países do mundo, para além de Portugal.
     No Século XVII, em Inglaterra, celebrava-se o dia da Mãe no 4.º domingo da Quaresma,  um dia chamado “Domingo da Mãe”, que homenageava todas as mães inglesas.
    Em 1904, nos Estados Unidos da América, conta-se que Anna Jarvis perdeu a sua mãe e ficou muito triste. As suas amigas decidiram organizar uma festa em memória da sua mãe e Anna quis que a festa fosse festejada por todas as mães, vivas ou mortas. Em 1914, a data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson e passou e ser celebrada no primeiro domingo de maio.
    Existem muitos presentes que podes fazer para oferecer à tua mãe como um porta-chaves, um anel, uma rosa ou até um simples desenho.
    Lembra-te, o que conta é a intenção.



1 de Maio

Dia do Trabalhador
         O Dia do Trabalhador é celebrado em vários países, do mundo, no dia 1 de maio. A sua origem remonta a uma manifestação em 1886, nas ruas de Chicago, nos Estados Unidos da América, que tinha como finalidade reivindicar a redução do horário de trabalho para 8 horas diárias.
Três anos mais tarde, no dia 20 de junho de 1889, a segunda Internacional Socialista, reunida em Paris, decidiu convocar, anualmente, uma manifestação com o objetivo de lutar pela redução do horário de trabalho para 8 horas diárias. Em tributo às lutas sindicais de Chicago, a data escolhida foi o dia 1 de maio.
No dia 1 de maio de 1891, deu-se uma manifestação no norte de França reprimida pela polícia resultando na morte de 10 manifestantes. Meses depois, a Internacional Socialista de Bruxelas aclamou esse dia como o dia internacional de reivindicações laborais.
No dia 23 de abril de 1919, o senado francês alterou o horário de trabalho para 8 horas diárias e proclamou o dia 1 de maio feriado.
 Em 1920, a Rússia aclamou o dia 1 de maio feriado nacional. Este exemplo foi seguido por muitos outros países.
Apesar dos Estados Unidos da América não reconhecerem essa data como o Dia do Trabalhador, em 1890, os trabalhadores estadunidenses conseguiram que o Congresso aprovasse o horário de trabalho de 8 horas diárias.
Em Portugal, só a partir de maio de 1974 se voltou a celebrar livremente o Dia do Trabalhador e este tornou-se feriado.

Alguns países celebram o Dia do Trabalhador em datas diferentes, como, por exemplo, os Estados Unidos e o Canadá, que celebram este feriado na primeira segunda-feira de setembro.
                                                                                                                     Joana Araújo, 6.º A


25 de Abril

O 25 de Abril de 1974 em Santa Maria
           Na sequência da comemoração do Dia da Liberdade, 25 de abril, o nosso repórter, de serviço, partiu à descoberta de novas vivências na ilha de Santa Maria. Para tal, foi precioso o testemunho da «Tia Helena» sobre o dia 25 de abril de 1974.

Tia Helena - Em Santa Maria, era possível encontrar-se a base da PIDE no aeroporto, nos escritórios que ficavam no terminal. Nesse dia, ouviu-se falar de um golpe de estado. Nesta altura, encontrava-me a estagiar na secretaria e as minhas colegas que percebiam de política começaram a gritar de alegria. O fim do Estado Novo trouxe muitos benefícios, sobretudo, para a classe mais oprimida. A única atitude que Salazar tomou, durante o regime do Estado Novo, em Santa Maria, foi ceder às pressões americanas e construir um aeroporto na ilha.

         Na ilha, sentiu-se uma mudança grande a partir desse dia, essencialmente, na saúde, na educação e ao nível da liberdade de expressão.

                                                                                                                                                                            Pedro Gaspar Amaral, 6.º B

Prova Final de Ciclo




Prova Final de Português

Se és do 6.º Ano, vais realizar, em maio, as Provas de Final de Ciclo às disciplinas de Matemática e Português!
Todos nós sabemos que uma prova é um momento difícil, pois coloca-nos face a um desafio. Como todos nós gostamos de vencer, temos de nos preparar para enfrentarmos os desafios. Se estivermos preparados, no dia da Prova, estaremos calmos, seguros e confiantes.

Esta Prova é constituída por três grupos. Terás 90 minutos para a realizar, com mais 30 minutos para revê-la!

Estou aqui para te dar alguns conselhos acerca da Prova Final de Português.
Grupo I:
No grupo I, vais responder a questões sobre cada um dos textos que te são apresentados para leitura. Este grupo tem duas partes (A e B). Uma das partes tem como suporte um texto literário (narrativo, poético ou dramático), a outra tem como suporte textos expositivos, instrucionais ou conversacionais.
Grupo II:
Vais resolver um conjunto de questões sobre a Gramática.
Grupo III:
Ser-te-á proposta uma atividade escrita.
NOTAS:
Deverás sempre reler o texto que escreveste no Grupo III.
Se terminares antes do tempo previsto, deves aproveitá-lo para rever toda a prova. Poderás, ainda, usar o tempo de tolerância para essa revisão!
 
TOCA A ESTUDAR E TERÁS BONS RESULTADOS, NA CERTA!


                                                    Beatriz Freitas, 6.º A


sexta-feira, 4 de abril de 2014

Lixo! Lixo! Lixo!

O que é o LIXO?!?

            A nossa escola foi invadida pelo vilão mais perigoso, apreendido, multiplicador e mais mil e umas coisas...o LIXO!!!
            Respondendo à pergunta de partida, O que é o LIXO?!?, o lixo é tudo o que o Homem foi abandonando e deixando à guarda da Natureza, sendo extremamente prejudicial ao planeta Terra, pois detém várias substâncias tóxicas que desregulam o meio ambiente. 
            Numa atitude de prevenção, é importante proteger e preservar o nosso planeta, a nossa floresta! A floresta é o super-herói do planeta!

P.S. - Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje! Começa já, hoje, a preservar a tua casa, o nosso PLANETA! 

                                                       Pedro Amaral, 6.ºB

Concurso "Eu conto..."

Concurso “Eu Conto…”

Na Escola Básica e Secundária de Santa Maria realizar-se-á um concurso de escrita, promovido pelos professores de Português do 2.º Ciclo, com o objetivo de estimular o gosto pela leitura e pela escrita, de desenvolver e valorizar a criatividade e a imaginação através da escrita e valorizar a expressão literária. Este integra-se na categoria de conto cujo tema é «A Ilha Do Sol». 
Este concurso destina-se a todos os alunos do 2.º Ciclo que estejam interessados em dar asas à sua imaginação e escrever um conto individual sobre a ilha de Santa Maria, a Ilha do Sol, o qual deve conter no máximo 3 páginas (A4), incluindo ilustrações. Nas folhas do trabalho não poderá constar qualquer indicação sobre o concorrente, sob pena de este vir a ser excluído. Todos os trabalhos deverão ser entregues até ao dia 19 de maio, junto do teu professor de Português. 
Os critérios de seleção dos trabalhos serão os seguintes:
  • Criatividade/Inovação
  •  Qualidade literária
  •  Organização
  •  Coerência e coesão do texto
  • Obediência às características do género em questão (conto)
Será entregue um certificado de participação a todos os alunos que participarem no concurso "Eu Conto...". Aos três melhores contos, serão atribuídos três prémios. Posteriormente, e, com a devida autorização, serão publicados no Blog O Mensageiro do Clube de Jornalismo. 
Beatriz Freitas, 6.º A

Cagarrinhos Ativos

Cagarrinhos Ativos

Entre os dias 7 e 11 de abril decorrerão atividades denominadas por Cagarrinhos Ativos. Estas atividades serão compostas por futebol, natação e outros desportos.
A data limite de inscrição decorrerá até ao dia 3 de abril e terá um limite máximo de 45 participantes.
       Serão responsáveis pelas mesmas os professores Aléxio Puim, Henrique Melo e João Batista.

Esta atividade será promovida pelo Município de Vila Do Porto e os Serviços Do Desporto da ilha de Santa Maria.
Rafael Costa, 6.º B

sexta-feira, 28 de março de 2014

Concurso de Poesia - «Há Poetas na Ilha»

                                                           Concurso de Poesia

O concurso de poesia «Há poetas na ilha» encontra-se integrado nas comemorações do dia da Poesia, assinalado no último dia de 21 de março.
Com este concurso, procura-se promover a criatividade e desenvolver o gosto pela poesia nos miúdos e graúdos da ilha de Santa Maria. 
Gostas de poesia? Então, não hesites! Entrega o teu trabalho até o dia 16 de maio ao teu professor de Português ou ao teu Diretor de Turma. Não te esqueças que cada trabalho deverá ser acompanhado por uma ficha de identificação que deverá conter os seguintes elementos: nome ou pseudónimo, idade, escola que frequentas, ano de escolaridade e nome do teu professor ou Diretor de Turma.
Os três melhores poemas receberão prémios e tu podes ser um deles! Há poetas na ilha? Estás à espera de quê?!? 
Vamos dar asas à nossa imaginação... E escrever, escrever, escrever, porque a poesia é a beleza da VIDA
Ana Beatriz Gonçalves, 6.º A


     o                    


Dia das Mentiras

                                                      Origem do dia das mentiras

      Acredita-se que o dia 1 de abril seja considerado dia das Mentiras desde que, em França, em meados do século XVI, foi adotado o Calendário Gregoriano. O Ano Novo, anteriormente comemorado a 25 de Março, e com festas que duravam até 1 de Abril, passou a ser comemorado a 1 de Janeiro.
     Aos franceses, que resistiram à mudança de calendário, e ainda, consideravam 1 de abril como início do ano, começaram a ser enviados presentes estranhos e convites para festividades inventadas.
     O dia das Mentiras, a 1 de abril, é aproveitado por órgãos de comunicação para publicar notícias falsas, para efeito cómico. É tradição organizar partidas ou contar mentiras a amigos, familiares e colegas de trabalho. Por se esquecerem que o dia 1 de abril é o dia das Mentiras, muitas pessoas acabam por acreditar em histórias que pouco ou nada têm de verídico. 
      A internet provou ser a ferramenta ideal para propagar a tradição das mentiras no dia 1 de abril e as redes sociais são veículos preferenciais para difundir mentiras.

                                        Mentiras mais famosas do dia das mentiras

      As mais famosas partidas do dia das Mentiras incluem:
  • Em 1957 a BBC emitiu uma peça jornalística sobre uma árvore que produzia spaghetti, na Suíça.
  •  Em 1976, Patrick Moore, astrónomo, anunciou que um alinhamento gravitacional entre Plutão e Júpiter às 9h47 reduziria a gravidade terrestre e seria possível flutuar
       Como podes ver, o dia das Mentiras é celebrado mundialmente. Neste dia, podes dizer as mentiras mais divertidas e inofensivas que ninguém te recriminará.

                                                             Qual vai ser a tua mentira?

       Usa a tua imaginação e inventa uma ou mais mentiras, diverte-te!

                                           Sugestões para comemorares o 1 de abril

  •        Podes sair à rua a gritar que ganhaste o euromilhões;
  •     Podes dizer que caiu um meteorito na praia Formosa;
  •     Adiantar todos os relógios da tua casa, uma hora e pores a tão família a acordar mais cedo.
     


Maria Ferreira

Dia da Floresta


Dia da Floresta

                Na semana de 24 de março a 28 de março de 2014 realizaram-se várias palestras sobre a floresta, com o objetivo de sensibilizar os alunos do 2.º ciclo para a preservação e importância da floresta na nossa vida.
 A palestra foi organizada pelo engenheiro Francisco Sardinha, representante dos Serviços Florestais de Santa Maria em parceria com a EBS de Santa Maria.

Joana Araújo, 6ºA